quinta-feira, 24 de maio de 2018


DAMPYR DE JULHO
Página da história de Claudio Falco com desenhos da estreiante na série, Vanessa Belardo!

terça-feira, 22 de maio de 2018


Danças Macabras - Dampyr 218 (Maio de 2018)

(1ª parte da crítica - Paolo M.G. Maino)

Roteiro e argumento: Mauro Boselli
Desenhos: Luca Rossi
Capa: Enea Riboldi (Variante: Luca Rossi)

Pode-se fazer uma crítica de Danças Macabras sem fazer odiosas antecipações? Ruminei durante muito tempo (semanas...), e no fim me respondi não e então criei esse estratagema: uma crítica em duas partes, como se fosse um filme. A primeira parte é um convite para a leitura, espero que agradável, a segunda parte (entre 15/20 dias) mais para comentários específicos. 



Danças Macabras como foi antecipado tem duas capas (a regular de Enea Riboldi e a variante de Luca Rossi) é uma história que tem Tesla, a não-morta como protagonista e deixar Harlan como coadjuvante, que nem apareceu na capa. Nos encontramos de frente a dois autores essenciais para o caminho dessa longeva série Bonelli: o criador e deus Mauro Boselli e um entre os mais amados desenhistas, Luca Rossi, desenhista de histórias  de Dampyr (os fantásticos números 3 e 5 e ainda os números 73 e 86 - recordam da lovecraftiana "Casa Sobre o Abismo do Mundo"? e ainda tantas outras histórias até o número 200 e este número 218) com seus claros escuros e suas névoas que despertam nos leitores aquele espaço de imprecisão e indefinição que ativa ainda a sensação de perigosamente. E a Tesla de Luca Rossi é um personagem que reúne ao mesmo tempo debilidade e melancolia com ferocidade e sensualidade: opostos e contradições como os claros escuros do desenhista. Boselli sabe e criou uma história pensada para Luca Rossi e que tem um tema de fundo: o anseio por luz.

Estamos de frente a um instant classic? Será o tempo de dizer-lhes, Boselli parece querer pegar seus personagens pela mão e jogá-los na frente de algo novo e insperado, em cenários nunca antes vistos. Ele fez isso de um modo aparentemente mais típico com uma história que viaja entre o presente e o passado como em Yossele, o mudo, brinca com os leitores entre citações literárias e de filmes em uma louca tensão crescente nesse Danças Macabras (mas há espaço também para Scarlett O`Hara e Rhete Butler, acreditam?) e para fechar a trilogia, outro mestre do claro escuro: Corrado Roi, que retorna a Dampyr nessa história que se prenuncia essencial.

Para esse primeiro tempo da crítica é tudo, no segundo tempo serão os comentários mais aprofundados.



Crítica publicada originariamente no blog: www.fumettiavventurarecensioni.blogspot.com

domingo, 20 de maio de 2018


Série: Dampyr 214
Episódio: O Homem dos Brinquedos
Textos: Claudio Falco
Desenhos: Gino Vercelli
Capa: Enea Riboldi
Letrista: Ricardo Riboldi
Páginas: 96 
Editora: Bonelli, 1-2018



A primeira história de Dampyr  de 2018, mostra um dos elementos mais apavorantes da literatura e dos filmes de horror: os brinquedos que ganham vida.

Harlan, Kurjak e Tesla encontram-se na Saxônia, em Magdeburgo onde, devido o recente sequestro de crianças, se juntam homicídios que deixaram cadáveres completamente sem sangue; não há dúvidas que o misterioso serial seja um vampiro.
A história criminal da cidade inclui o nome de Vogel, um fabricante de brinquedos cuja loja foi destruída nos bombardeios de 1945. As crianças que recebiam de presente brinquedos feitos por ele, pouco tempo depois desapareciam e, depois da morte de Vogel, sob os escombros de seu negócio, não se registrou mais casos desse tipo.
Draka e os seus, circulando pelas ruas de Magdeburgo à procura de pistas, encontram-se com ferozes brinquedos que ganharam vida, em uma cidade que assumiu o aspecto de um período anterior a 1945. A pista os conduzirá ao próprio Vogel que, depois da morte, por obra de Dampyr, do Mestre da noite Shrek, que o transformou em vampiro, se aliou com um outro Mestre, Abigor, para assim vingar seu criador.

Claudio Falco transformou-se num dos autores mais produtivos da série, é inegável o minucioso trabalho de documentação histórica que precede toda aventura sua e a habilidade de criar tramas de horror excepcionais. "O Homem dos Brinquedos" não é exceção, a narração é bem conduzida do início ao fim, dando espaço correto para os flash-back e as ambientações ilusórias.

Gino Vercelli, com esse número estréia em Dampyr depois de estar ocupado por muitos anos em Nathan Never. As suas valiosas ilustrações trazem à luz a Magdeburgo da Segunda Guerra Mundial, brincando habilmente com as sombras e as névoas que a atmosfera impõe, tendo todo cuidado com os detalhes que, em perfeita relação com a trama de Falco, cita a cinematografia clássica (do Fantasma da Ópera ao Gabinete do Doutor Caligari, para citar exemplos).



Crítica publicada originariamente no blog: www.ilcatafalco.blogspot.it

sexta-feira, 18 de maio de 2018


Um Dampyr Tesla-centrico

 

Um Mestre da noite apaixonado por cinema clássico faz de Tesla uma marionete.
Um demônio (Samael, o irmãozinho de Caleb Lost, empenhado porém, na outra parte da barricada) por sua vez, é todo atenção com a nossa não-morta favorita.
Kurjak, namorado da mesma, bastante contrariado com essa atenção.
 
Não é o projeto de um clássico romance cor de rosa, mas a base da trama do novo número de Dampyr (Danças Macabras, nas bancas a partir de 4 de maio de 2018), uma história onde estranhamente o protagonista aparece pouquíssimo (aliás, está ausente da capa, fato mais único que raro) para deixar espaço para Tesla, que para a ocasião abandona sua característica calça militar por um elegante traje noite...
Tudo isso até o final, imprevisível, feito pelo malvado Mauro Boselli, com os fantásticos desenhos de Luca Rossi. 
 
Devemos esperar os próximos números para saber se é tudo verdade aquilo que aparece, mas para o momento, parece que essa história representa um ponto crucial da saga do Caçador de vampiros da Editora Bonelli. Não por acaso, foi proposta uma edição especial com uma capa alternativa feita pelo mesmo Luca Rossi, apresentada na Nápoles Comicon, que aconteceu entre 28 de abril da 1º de maio de 2018.
 
(Domenico Marrinelli)



Crítica publicada originariamente na revista eletrônica: www.sbamcomics.it

quarta-feira, 16 de maio de 2018


Direto da redação Nicola Genzianella com uma página da história em que está trabalhando!

segunda-feira, 14 de maio de 2018


Mais uma página do Dampyr 219 (junho/2018) "Tudo por Amor", com desenhos de Corrado Roi.
Página disponibilizada no facebook oficial do personagem!

sábado, 12 de maio de 2018


DAMPYR DE JUNHO